O cavaleiro da Dinamarca
A Dinamarca fica no norte da Europa. Onde havia uma floresta com tílias, abetos e carvalhos, onde morava um aventureiro cavaleiro. Em frente da sua casa havia a árvore mais alta da floresta. No natal havia azáfama em casa do cavaleiro. Juntava-se a família e vinham os amigos e parentes, criados da casa e servo da floresta. Muitos dias antes o cozinheiro fazia os bolos de mel e trigo, os criados barriam os corredores, e todas as coisas eram lavadas, encerradas e polidas. Na noite de natal havia narração de histórias. Ate que o cavaleiro disse que para o ano não ia estar lá, pois ia ir de peregrinação a terra santa. Mas prometeu dai a dois anos estar lá a passar o natal com a família. Dirigiu-se para o porto de Jafa onde chegou antes do natal. Daí seguiu para Jerusalém onde rezou em lugares sagrados. No dia de natal dirigiu-se á gruta de Belém, onde rezou toda a noite e protegessem e guia-se na viagem de regresso. O cavaleiro demorou 2 meses na Palestina. No fim de Fevereiro despediu-se de jesusalem e partiu para o porto de Jafa com outros peregrinos. Entre eles havia um mercador de Veneza com quem ele travara grande amizade. Por causa do mau tempo foram obrigados a esperar ate Março. Mas acabaram por embarcar, estava mau tempo mas passados 5 dias tudo acalmou. O navio estava desmantelado e não pode seguir viagem ficara por ravena. O cavaleiro admirava Ravena. O seu amigo pedira-lhe para ir com ele para Veneza e ele assim fez, onde ficou hospedado no seu palácio. Uma noite o cavaleiro perguntou ao mercador quem morava no palácio do outro lado este respondeu-lhe que era Orso Jacob mas já tinha morado Vanina. Ele era o seu tutor e quando era pequena a prometera em casamento a um parente chamado Arrigo. Mas esta quanto chegara à idade adulta não gostava dele. Passado algum tempo o seu amigo pediu-lhe para ficar lá para se integrar nos seus negócios, mas este recusando pôs-se a caminho de Florença, passando por Ferrara e Bolonha. No princípio de Maio chegou a Florença. Onde procurou o banqueiro que o Seu amigo lhe recomendara ficando hospedado na sua casa. Ao fim do jantar conversavam até que um dia levantou-se uma discussão sobre Giotto. E explicaram-lhe que foi um discípulo de Cimabué e que este descobrira o talento de Giotto o primeiro pintor de Florença. O cavaleiro disse que foi a história mais extraordinária e decidiu ficar mais tempo em Florença visitou conventos, igrejas, bibliotecas e palácios. O cavaleiro acabou por deixar Florença e viajava para embarcar no porto de Génova mas, perto de lá acabou por adoecer talvez do sol que o escaldava ou talvez da agua do poço que bebeu. Cheio de febre acabou por bater á porta de um convento. Os frades tiveram grande trabalho para o salvar, cuidaram muito bem dele. Mas só partiu daí a um mês e meio. Onde continuou viajem por terra ate Flandres dirigindo-se para Antuérpia onde procurou o negociante flamengo. Ate que um dia um amigo do flamengo contou uma história que se passou quando ele era capitão de um navio. Um dia na África mataram-se dois homens um português e outro africano que um dia como não compreendiam o que diziam o português fez um simples gesto que assustou o africano, acabando por o português, mas acabaram por morrer os dois. Ao fim narração o negociante pediu-lhe para entrar nos seus negócios, mas o cavaleiro recusou. O cavaleiro disse que faria a viagem por terra. De noite ficava em estalagens e sonhava com o que tinha viso e ouvido.Até que acabou por chegar na antevéspera a uma povoação perto da floresta. Na madrugada seguinte o peregrino partiu, pois tinha de chegar antes de meia noite à sua casa. Mas a neve acabou por tapar os caminhos e só se pode guiar pela marca dos trenós… acabando por chegar à aldeia dos lenhadores onde lhe ofereceram comer. Eles disseram que não podia seguir caminho pois ia nevar mas ele disse que conhecia os atalhos da floresta. O cavaleiro seguiu caminho mas caiu a noite e ele quase que não via nada. Pois ele sabia guiar-se pelo rio mas não o ouvia, ainda pensou em virar para trás e nenhum ramo estalava. Até que lhe apareceu uns lobos e um urso. E o cavaleiro disse:”hoje é noite de trégua, é natal”. E desapareceram… Foi então que rezou a oração dos anjos, o grande grito de alegria, de confiança e de aliança… foi então que começou a ver ao longe uma pequena claridade. Então lembrou-se que deveria ser um lenhador e junto dele podia esperar o amanhecer. Ate agora a floresta iluminara-se. Ele pensava que era uma fogueira. Mas quando chegou em frente da claridade viu que eram as bétulas onde ficara a sua casa. E do outro lado a arvore maior da floresta iluminada… Porque os anjos a enfeitaram com pequenas estrelas para guiar o cavaleiro. Trabalho elaborado por: Diana Sá nº10 do 7ºB.

