A Parede Rachada
Título: A Parede Rachada
Autor: João Aguiar
Edições: Asa Estava os quatro membros do bando dos quatro na praia, quando de repente se aperceberam do que se estava a passar com a D. Gertrudes com uma atitude que achavam muito suspeita, pois costumava ser uma pessoa muito calma
Mas…naquele preciso momento deu um estalo ao seu marido, começando este a transvazar sangue pela face. Acabando por chegar uma ambulância que levou a D.Gertrudes, mas o que era estranho era que o seu marido não a acompanhou, mas, sim ficando a remexer na areia. Mas sem sucesso.
No dia seguinte foram ao mesmo local onde D. Gertrudes tinha estado, na praia.Álvaro achando aquilo que se tinha passado no dia anterior começou a mexer na areia acabando por encontrar um feio e enorme anel. Resolveram pensar de quem seria, acabando por descobrir que era da D. Gertrudes. Quando se iam deslocar para ir embora viram a jornalista Raquel com um ar de muito preocupada. Começando a conversar com ela quando ela lhe contou que quando estava a fazer uma entrevista a um senhor que era muito conhecido, que acabou por sofrer um ataque parecido ao da D. Gertrudes.
Todos perguntavam qual era a razão dos ataques, pois não era só coincidência. O bando dos quatro foram falar com o tio João, achando ele isso muito interessante, mas ao mesmo tempo muito perigoso.
Os dias foram passando…
Encontravam-se todos na casa do tio João quando o telemóvel deste tocou, pois convidaram-lo para ser o novo director do museu…foi difícil…mas acabou por aceitar o cargo…
Um dia o bando foi ao museu visitar o tio João acabando por dar com ele a dizer umas palavras muito esquisitas. Perguntaram ao tio João o que tinha mas ele, não responder acabando por amostrar ao bando na cripta uma parede rachada a verter água.
O tio João foi para o escritório, ficando o bando a observar a parede, mas, acabaram por ir ao seu escritório, estando este ao telemóvel dizendo que ia, sim. Ao fim todos (o bando) perguntou:
- Quem era?
- Quando era?
Foi então que o tio João disse que era o chefe de um clube de gastronomia conhecido por clube dos Papatudo e que iria jantar com ele.
No dia seguinte do jantar foram a casa do tio João para saberem como tinha sido o jantar, mas quando lá chegaram estava uma grande confusão e o tio não se encontrava em casa. A mãe do Álvaro e do Carlos mandou-nos ir ao museu ver se ele estava lá.
O porteiro do museu disse ao bando que o tio João se encontrava lá… mas nada… Até que o Álvaro encontrou o cachimbo do tio ainda morno pois tinha passado por ali e sem se aperceber tocou num móvel e a parede se abriu. Era uma passagem secreta.
Já toda a gente tinha esperança de encontrar o tio João mas… só viam folhas molhadas….
Mas, acabaram por ver o tio João que estava rodeado de pessoas sentadas numas cadeiras com carapuços e fatos. O tio João estava amarrado a uma cadeira. Até que a Catarina disse que iria pedir ajuda um porteiro para chamar a policia… mas, não foi necessário, pois a D. Mary já estava com polícias…
Alguns bandidos ainda fugiram, mas, acabaram por ser presos mais tarde.
No fim desta confusão toda o tio joão ainda perguntou pelo seu cachimbo.
Autor: João Aguiar
Edições: Asa Estava os quatro membros do bando dos quatro na praia, quando de repente se aperceberam do que se estava a passar com a D. Gertrudes com uma atitude que achavam muito suspeita, pois costumava ser uma pessoa muito calma
Mas…naquele preciso momento deu um estalo ao seu marido, começando este a transvazar sangue pela face. Acabando por chegar uma ambulância que levou a D.Gertrudes, mas o que era estranho era que o seu marido não a acompanhou, mas, sim ficando a remexer na areia. Mas sem sucesso.
No dia seguinte foram ao mesmo local onde D. Gertrudes tinha estado, na praia.Álvaro achando aquilo que se tinha passado no dia anterior começou a mexer na areia acabando por encontrar um feio e enorme anel. Resolveram pensar de quem seria, acabando por descobrir que era da D. Gertrudes. Quando se iam deslocar para ir embora viram a jornalista Raquel com um ar de muito preocupada. Começando a conversar com ela quando ela lhe contou que quando estava a fazer uma entrevista a um senhor que era muito conhecido, que acabou por sofrer um ataque parecido ao da D. Gertrudes.
Todos perguntavam qual era a razão dos ataques, pois não era só coincidência. O bando dos quatro foram falar com o tio João, achando ele isso muito interessante, mas ao mesmo tempo muito perigoso.
Os dias foram passando…
Encontravam-se todos na casa do tio João quando o telemóvel deste tocou, pois convidaram-lo para ser o novo director do museu…foi difícil…mas acabou por aceitar o cargo…
Um dia o bando foi ao museu visitar o tio João acabando por dar com ele a dizer umas palavras muito esquisitas. Perguntaram ao tio João o que tinha mas ele, não responder acabando por amostrar ao bando na cripta uma parede rachada a verter água.
O tio João foi para o escritório, ficando o bando a observar a parede, mas, acabaram por ir ao seu escritório, estando este ao telemóvel dizendo que ia, sim. Ao fim todos (o bando) perguntou:
- Quem era?
- Quando era?
Foi então que o tio João disse que era o chefe de um clube de gastronomia conhecido por clube dos Papatudo e que iria jantar com ele.
No dia seguinte do jantar foram a casa do tio João para saberem como tinha sido o jantar, mas quando lá chegaram estava uma grande confusão e o tio não se encontrava em casa. A mãe do Álvaro e do Carlos mandou-nos ir ao museu ver se ele estava lá.
O porteiro do museu disse ao bando que o tio João se encontrava lá… mas nada… Até que o Álvaro encontrou o cachimbo do tio ainda morno pois tinha passado por ali e sem se aperceber tocou num móvel e a parede se abriu. Era uma passagem secreta.
Já toda a gente tinha esperança de encontrar o tio João mas… só viam folhas molhadas….
Mas, acabaram por ver o tio João que estava rodeado de pessoas sentadas numas cadeiras com carapuços e fatos. O tio João estava amarrado a uma cadeira. Até que a Catarina disse que iria pedir ajuda um porteiro para chamar a policia… mas, não foi necessário, pois a D. Mary já estava com polícias…
Alguns bandidos ainda fugiram, mas, acabaram por ser presos mais tarde.
No fim desta confusão toda o tio joão ainda perguntou pelo seu cachimbo.

