Domingo, Janeiro 27, 2008

"Sexta-feira ou a voda selvagem"

Demonstração do processo de adaptação de cada habitante da ilha ao outro à cultura do outro.

A vida dos dois habitantes da ilha – Robinson e Sexta-feira – mudou quando se deu a explosão na gruta. Alguns dos seus hábitos mudaram...

Alimentação
Relação entre os dois
Trabalho
Comunicação
Divertimentos
Habitação

Alimentação

● Antes da explosão
    A primeira refeição de Robinson quando chegou à ilha foi um pedaço de carne de um bode, que pôs a assar.
    Para conseguir sobreviver alimentava-se de tudo o que encontrava como: mariscos, raízes de plantas, cocos, bagas, ovos de pássaro e tartaruga, frutos. (pág. 14-15)
    Também se pode alimentar de cereais de arroz, trigo, cevada e milho, que encontrou dentro baris nos destroços do Virgínia. (pág. 27)
 
● Depois da explosão
    Como a explosão na gruta tinha destruído os pratos e as caçarolas, o índio ensinou a Robinson receitas de tribos aurânicas ou que inventava. Sexta – feira só queria comer o melhor com ou sem utensílios. (pág.71)

Relação entre os dois

Antes da explosão
    Robinson estava feliz porque finalmente ganhou um amigo, mas quem mandava era Robinson que era o amo de Sexta – feira.
    O índio tinha de obedecer ao amo, grato por lhe ter salvo a vida. Ninguém era feliz. (Pág.46 – 56)

● Depois da Explosão
    Começou uma nova vida, em que ninguém tinha que cumprir tarefas, podiam-se divertir. Os dois amigos apesar de todo o mal entre si – as injúrias, as pancadas, as zangas – mas entre si só trocavam amabilidades. (pág.68-73)

Trabalho

● Antes da explosão
    Robinson só pensava em organizar e explorar a ilha, para não voltar a cair na tentação da lama.
    De manhã lavava-se e vestia-se, em seguida lia a Bíblia e ia para o mastro, onde se erguia a bandeira inglesa. Por fim abria a fortaleza e ordenava as cabras que domesticava.
    Sexta – feira tinha que cumprir as suas obrigações. (pág.41-58)

● Depois da explosão
    Depois da explosão os dois amigos passaram a ser livres, já não tinham que cumprir tarefas. (pág.68-70)
Comunicação

Robinson dedicou-se a ensinar Sexta – feira a falar inglês.
Os dois amigos comunicavam de diferentes maneiras, como quando se deu a invasão de papagaios tiveram de comunicar gestualmente. A comunicação entre eles era indispensável. (pág.79-85)


Divertimentos


Antes da explosão
   Os dois amigos tinham poucos divertimentos, pois tinham que cumprir as obrigações, mas Sexta-Feira as vezes brincava com Tenn. Pois gostava muito de animais. Mas naquela ilha ninguém era feliz. (pág. 56-68)

Depois da explosão
    Com o início da nova vida os dois amigos divertiam-se muito, faziam jogos à cópia um do outro; faziam-se passar um pelo outro; brincavam com pólvora e certas noites faziam a sua festa nocturna e secreta; jogavam às adivinhas. Divertiam-se muito.
    Lutar com os bodes era um divertimento para Sexta – feira. (pág. 75-86)

Habitação

Robinson fez a sua própria casa ao pé de um grande cedro, que ficava no centro da ilha. As paredes eram troncos de palmeira, o tecto era entrelaçado de caniços e revestido de folhas. Lá dentro guardava louças, lanternas e móveis dos destroços do Virgínia. (pág.26-29)
Encontrou uma gruta que era o seu armazém principal, onde guardou lá o que pôde dos destroços do Virgínia. (43-45)
 Sexta – feira dormia entre duas árvores, onde fez uma cama de rede. (pág.52-55)

 

Escrito por Diana em 03:45:27 | Link permanente | Comments (2) |

Quarta-feira, Janeiro 02, 2008

Laços

O dia que nunca se pensa chegou, Clarice acaba de perder uma das pessoas que mais gosta, é tudo muito rápido, todo se perde naquele instante, aquele sorriso, aquelas palavras sábias.
Todo o apoio que necessitava é fechado naquele caixote de verniz, forrado com seda branca e um cruz em cima.
-Porque é que isto tinha que acontecer logo a mim?
O mundo parece ter terminado ali o céu ficou mais cinzento do que nunca, tudo o que tinha nas mãos se perdia por entre os dedos sem que Clarice tivesse forças para mudar o que quer que fosse.
Os sonhos de criança nunca se chegariam a realizar, porque alguém mais poderoso do que ela se tinha encarregado de os destruir como um castelo de areia.
Mas nesse mesmo dia quando tudo parecia perdido, surgiu na sua vida como um anjo salvador alguém capaz de transformar a sua vida para sempre.
Suas palavras entoam nos seus ouvidos como as de alguém que acabara de perder. Essas palavras apesar de saírem da boca de um desconhecido transmitiam – lhe segurança, confiança e esperança no futuro.
Foi então que Clarice se recordou dos bons momentos passados ao lado de seu pai, em que
ele lhe dizia para ter coragem e enfrentar os problemas da vida por
mais difíceis que fossem, tudo tinha que ter solução.
Clarice percebeu que tinha que lutar, para conseguir realizar os seus sonhos pois ainda
haviam pessoas muito importantes na sua vida.
Por mais voltas que a vida der os laços familiares jamais se perdem.

 

Escrito por Diana em 10:01:09 | Link permanente | Comments (1) |