"Sexta-feira ou a voda selvagem"
Demonstração do processo de adaptação de cada habitante da ilha ao outro à cultura do outro.
A vida dos dois habitantes da ilha – Robinson e Sexta-feira – mudou quando se deu a explosão na gruta. Alguns dos seus hábitos mudaram...
→ Alimentação
→ Relação entre os dois
→ Trabalho
→ Comunicação
→ Divertimentos
→ Habitação
Alimentação
● Antes da explosão
A primeira refeição de Robinson quando chegou à ilha foi um pedaço de carne de um bode, que pôs a assar.
Para conseguir sobreviver alimentava-se de tudo o que encontrava como: mariscos, raízes de plantas, cocos, bagas, ovos de pássaro e tartaruga, frutos. (pág. 14-15)
Também se pode alimentar de cereais de arroz, trigo, cevada e milho, que encontrou dentro baris nos destroços do Virgínia. (pág. 27)
● Depois da explosão
Como a explosão na gruta tinha destruído os pratos e as caçarolas, o índio ensinou a Robinson receitas de tribos aurânicas ou que inventava. Sexta – feira só queria comer o melhor com ou sem utensílios. (pág.71)
Relação entre os dois
Antes da explosão
Robinson estava feliz porque finalmente ganhou um amigo, mas quem mandava era Robinson que era o amo de Sexta – feira.
O índio tinha de obedecer ao amo, grato por lhe ter salvo a vida. Ninguém era feliz. (Pág.46 – 56)
● Depois da Explosão
Começou uma nova vida, em que ninguém tinha que cumprir tarefas, podiam-se divertir. Os dois amigos apesar de todo o mal entre si – as injúrias, as pancadas, as zangas – mas entre si só trocavam amabilidades. (pág.68-73)
Trabalho
● Antes da explosão
Robinson só pensava em organizar e explorar a ilha, para não voltar a cair na tentação da lama.
De manhã lavava-se e vestia-se, em seguida lia a Bíblia e ia para o mastro, onde se erguia a bandeira inglesa. Por fim abria a fortaleza e ordenava as cabras que domesticava.
Sexta – feira tinha que cumprir as suas obrigações. (pág.41-58)
● Depois da explosão
Depois da explosão os dois amigos passaram a ser livres, já não tinham que cumprir tarefas. (pág.68-70)
Comunicação
Robinson dedicou-se a ensinar Sexta – feira a falar inglês.
Os dois amigos comunicavam de diferentes maneiras, como quando se deu a invasão de papagaios tiveram de comunicar gestualmente. A comunicação entre eles era indispensável. (pág.79-85)
Divertimentos
Antes da explosão
Os dois amigos tinham poucos divertimentos, pois tinham que cumprir as obrigações, mas Sexta-Feira as vezes brincava com Tenn. Pois gostava muito de animais. Mas naquela ilha ninguém era feliz. (pág. 56-68)
● Depois da explosão
Com o início da nova vida os dois amigos divertiam-se muito, faziam jogos à cópia um do outro; faziam-se passar um pelo outro; brincavam com pólvora e certas noites faziam a sua festa nocturna e secreta; jogavam às adivinhas. Divertiam-se muito.
Lutar com os bodes era um divertimento para Sexta – feira. (pág. 75-86)
Habitação
Robinson fez a sua própria casa ao pé de um grande cedro, que ficava no centro da ilha. As paredes eram troncos de palmeira, o tecto era entrelaçado de caniços e revestido de folhas. Lá dentro guardava louças, lanternas e móveis dos destroços do Virgínia. (pág.26-29)
Encontrou uma gruta que era o seu armazém principal, onde guardou lá o que pôde dos destroços do Virgínia. (43-45)
Sexta – feira dormia entre duas árvores, onde fez uma cama de rede. (pág.52-55)
A vida dos dois habitantes da ilha – Robinson e Sexta-feira – mudou quando se deu a explosão na gruta. Alguns dos seus hábitos mudaram...
→ Alimentação
→ Relação entre os dois
→ Trabalho
→ Comunicação
→ Divertimentos
→ Habitação
Alimentação
● Antes da explosão
A primeira refeição de Robinson quando chegou à ilha foi um pedaço de carne de um bode, que pôs a assar.
Para conseguir sobreviver alimentava-se de tudo o que encontrava como: mariscos, raízes de plantas, cocos, bagas, ovos de pássaro e tartaruga, frutos. (pág. 14-15)
Também se pode alimentar de cereais de arroz, trigo, cevada e milho, que encontrou dentro baris nos destroços do Virgínia. (pág. 27)
● Depois da explosão
Como a explosão na gruta tinha destruído os pratos e as caçarolas, o índio ensinou a Robinson receitas de tribos aurânicas ou que inventava. Sexta – feira só queria comer o melhor com ou sem utensílios. (pág.71)
Relação entre os dois
Antes da explosão
Robinson estava feliz porque finalmente ganhou um amigo, mas quem mandava era Robinson que era o amo de Sexta – feira.
O índio tinha de obedecer ao amo, grato por lhe ter salvo a vida. Ninguém era feliz. (Pág.46 – 56)
● Depois da Explosão
Começou uma nova vida, em que ninguém tinha que cumprir tarefas, podiam-se divertir. Os dois amigos apesar de todo o mal entre si – as injúrias, as pancadas, as zangas – mas entre si só trocavam amabilidades. (pág.68-73)
Trabalho
● Antes da explosão
Robinson só pensava em organizar e explorar a ilha, para não voltar a cair na tentação da lama.
De manhã lavava-se e vestia-se, em seguida lia a Bíblia e ia para o mastro, onde se erguia a bandeira inglesa. Por fim abria a fortaleza e ordenava as cabras que domesticava.
Sexta – feira tinha que cumprir as suas obrigações. (pág.41-58)
● Depois da explosão
Depois da explosão os dois amigos passaram a ser livres, já não tinham que cumprir tarefas. (pág.68-70)
Comunicação
Robinson dedicou-se a ensinar Sexta – feira a falar inglês.
Os dois amigos comunicavam de diferentes maneiras, como quando se deu a invasão de papagaios tiveram de comunicar gestualmente. A comunicação entre eles era indispensável. (pág.79-85)
Divertimentos
Antes da explosão
Os dois amigos tinham poucos divertimentos, pois tinham que cumprir as obrigações, mas Sexta-Feira as vezes brincava com Tenn. Pois gostava muito de animais. Mas naquela ilha ninguém era feliz. (pág. 56-68)
● Depois da explosão
Com o início da nova vida os dois amigos divertiam-se muito, faziam jogos à cópia um do outro; faziam-se passar um pelo outro; brincavam com pólvora e certas noites faziam a sua festa nocturna e secreta; jogavam às adivinhas. Divertiam-se muito.
Lutar com os bodes era um divertimento para Sexta – feira. (pág. 75-86)
Habitação
Robinson fez a sua própria casa ao pé de um grande cedro, que ficava no centro da ilha. As paredes eram troncos de palmeira, o tecto era entrelaçado de caniços e revestido de folhas. Lá dentro guardava louças, lanternas e móveis dos destroços do Virgínia. (pág.26-29)
Encontrou uma gruta que era o seu armazém principal, onde guardou lá o que pôde dos destroços do Virgínia. (43-45)
Sexta – feira dormia entre duas árvores, onde fez uma cama de rede. (pág.52-55)

